* SARAU IÊ * SARAU IÊ * SARAU IÊ *

ACONTECEU o primeiro Sarau Iê, muita energia, axé, beleza, prazer e alegria.

Veja as fotos da Capú e mais abaixo como foi a programação:

         

CLIQUE E VEJA AMPLIADO11 de junho - sábado - das 18h04 às 00h04

Galpão Raso da Catarina (onde são feitos os Saraus do Charles)

rua Harmonia, 921 - Vila Madalena SAMPA - SP             R$  7,00

* SARAU IÊ * Programação: * SARAU IÊ *

PRIMEIRO SARAU IÊ EM SÃO PAULO

NESTE SÁBADO, DIA 11 DE JUNHO, das 18h04 às 00h04

rua Harmonia, 921, na Vila Madalena

Participe do nascimento do Sarau Iê neste sábado, dia 11 de junho. O evento, cujo diferencial está no fato de ser organizado e realizado por um grupo que faz somaiê, uma vertente da somaterapia de Roberto Freire, é aberto a todos que buscam a transformação pela prática da arte, autogestão, autonomia e também do apoio mútuo.

                       -           18h04: música e teatro Edu Viola e Cia Ilimitada

-           18h34: leitura e interpretação de poesias e intervenções teatrais - Grupão IÊ

-           19h04: capoeira angola - Grupo Iê / FACA

-           19h34: dança do ventre

-           20h04: Cítara - Luciano Sallun

20h34 às 21h34: intervalo   Lucas Magalhães, DJ de música brasileira e apresentação do Vídeo-documentário "Mulheres da terra – da lona ao concreto", de Xandra Stefanel.

-           21h34: maracatu - Batacuntu

-           22h04: banda de forro GANDAIERA

-           22h34: clown

                       -          23h04: Gustavo Araujo  flauta transversal (Sonata de Bach)

                       -          23h34: encerramento com sessão especial de audiovisual

"A PROPOSTA DO SARAU IÊ É A LIVRE MANIFESTAÇÃO DE IDÉIAS, EM RESPEITO AO FUNCIONAMENTO DA CASA E À DINÂMICA DO GRUPO.

PORTANTO, SE VOCÊ QUER MOSTRAR SUA ARTE, APAREÇA NA RUA HARMONIA, 921 A PARTIR DAS 18H04 DO DIA 11 DE JUNHO"

* SARAU IÊ * RELEASE: * SARAU IÊ *

SARAU COM PROPOSTA LIBERTÁRIA EM SÃO PAULO  

Moda dos anos rebeldes,  os saraus recuperam seu espaço e se transformam em exercício de autonomia para grupo de terapia alternativa

Sarau do Alberico, na praça Benedito Calixto, Sarau Elenko, na casa de shows KVA e muitos outros pela cidade. Quem nunca ouviu falar do Sarau do Charles, na Vila Madalena, pode estar subestimando a geração anos 10 do século 21, que está colocando poesia no lugar da apatia. E dia 11 de junho, em São Paulo, mais uma iniciativa desse grupo empreendedor ganha um espaço nobre em São Paulo: o palhaço Charles abre as portas do galpão Raso da Catarina para jovens realizarem, a partir das 18h04, o Sarau Iê, uma iniciativa de um grupo de somaiê, terapia em grupo que surgiu da somaterapia de Roberto Freire.

A somaiê não é muito diferente da já conhecida soma. Mantém as técnicas corporais para desbloqueio e a teoria que Freire buscou no Anarquismo, na Gestalterapia, Antipsiquiatria e nos estudos de Wilhelm Reich. Uma das diferenças é que os primeiros integrantes dessa vertente estão tentando aplicar esses conceitos em ações libertárias e concretas. Daí surgiu a idéia da realização de um sarau, mais especificamente de uma demanda de custos para uma viagem de campo que ocorrerá durante o processo terapêutico em julho de 2005.

Nem todos que freqüentam as sessões estão participando da iniciativa. O que começou com a adesão de 17 pessoas, acabou num pequeno grupo de 7. "Se já difícil conseguir um consenso durante a terapia, lidar com produção cultural é mais complicado ainda" queixa-se Brígida Rodrigues, jornalista do grupo de somaiê, formado por 23 integrantes. Ela e a psicóloga Tathiana Botura mantiveram a iniciativa de realizar o evento até encontrar o apoio da equipe do Sarau do Charles. A intenção delas é abrir mais espaço para trabalhos produzidos na capital por quem é artista, mas não necessariamente aparece na TV. Assim como em qualquer sarau, a proposta é estimular a criatividade nos participantes. "Ainda que sejam eles advogados, executivos ou qualquer profissional que aparentemente não tenha nada a ver com artes plásticas, pois há um artista escondido em cada um de nós e todo mundo pode fazer uma obra de arte, sem viver deste tipo de produção", explica Patricia Cosme, uma das produtoras do Sarau Iê.

Além do exercício da criatividade, o grupo considera o Sarau Iê mais uma oportunidade de vivência somática, no que é reconhecido no meio como "terapia marrom", ou seja, formas de interação informais no grupo, mas que também são benéficas para o processo terapêutico. "Agir com autonomia em um ambiente não autoritário e ter apoio mútuo são coisas mais fáceis de se conseguir aqui dentro, no sarau", afirma Tathiana. 

A programação oficial conta com as mais variadas atrações, de capoeira angola à cítara indiana do sulsancaetanense Luciano Sallun,  que desde 2001 desenvolve construção experimental de instrumentos de corda e sopro. Tem o maracatu do grupo Batacuntu, com suas movimentações cênicas iluminadas com luz negra, a banda de forró Gandaiera, e também Edu Viola, apresentando música brasileira e intervenções teatrais. Entre uma atividade e outra, projeções de audiovisuais de fotógrafos consagrados na grande imprensa e de novos talentos. Para quem fica até o final, uma sessão de audiovisual especial começando às 23h34.

O valor da entrada é R$ 7,00

* SARAU IÊ * QUEM PARTICIPA...* SARAU IÊ *

18h04

Edu Viola e Cia Ilimitada

Além de músico, compositor, arquiteto formado pela USP e cantor, Eduardo Rodrigues de Oliveira e Silva é "liutaio" (construtor e restaurador de instrumentos musicais em italiano). Tem em seu currículo, por exemplo, o restauro da coleção de violas de Mário de Andrade.

Edu Viola e Cia Ilimitada vão fazer uma apresentação multimidiática, envolvendo dança, poesia e música. No repertório, composições próprias de Edu Viola e poetas como Fernando Pessoa, Mário de Andrade e Jorge de Lima. Além de dança, que estará sob a direção de Camila Vinhas, a apresentação conta também com violonistas.
18h34

Grupão Iê de Somaiê

O Grupão Iê de São Paulo é composto pelas 23 pessoas que fazem somaiê, uma terapia em grupo que surgiu da somaterapia de Roberto Freire. Sempre em sintonia com objetivos e propostas libertárias, o grupo busca se organizar na autogestão e autonomia, produzindo o Sarau Iê coletivamente. A somaiê não é muito diferente da já conhecida soma. Mantém as técnicas corporais para desbloqueio e a teoria que Freire buscou no Anarquismo, na Gestalterapia, Antipsiquiatria e nos estudos de Wilhelm Reich. Uma das diferenças é que os primeiros integrantes dessa vertente estão tentando aplicar esses conceitos em ações libertárias e concretas. Daí surgiu a idéia da realização deste sarau, mais especificamente de uma demanda de custos para uma viagem de campo que ocorrerá durante o processo terapêutico em julho de 2005.

A iniciativa do sarau surgiu de todo o grupo e foi transformada em ação com o trabalho da jornalista Brígida Rodrigues e da psicóloga Tathiana Bottura (comissão de organização) e Carina Crelier, Maria Carolina Marchi, Patti Cosme (comissão de produção), que contam com o apoio da equipe do Sarau do Charles. Além de produzir o sarau, os integrantes do Grupão Iê São Paulo também vão se apresentar no Sarau Iê, mostrando as produções individuais e coletivas.

sarauie@gmail.com

19h04

Grupo Anarquista IÊ de Capoeira Angola

O IÊ começou com um trabalho que vinculava a somaterapia com as aulas do professor Plínio, numa na época em que era muito raro encontrar uma roda de capoeira angola em São Paulo. Em Junho de 1995, o Tesão (núcleo de somaterapia da capital onde a capoeira angola era praticada) substitui o professor Plínio por Rui Takeguma, João da Mata, Jorge Goia e Buí, quatro alunos mais velhos que iniciam o IÊ de São Paulo. Ao longo dos anos, alguns profissionais se afastaram e, no segundo semestre de 2001 começa um uma nova fase do Iê. Um ano depois é criada a FACA (Federação Anarquista de Capoeira Angola), com produções de CDs e encontros nacionais. Entre os trabalhos, há o CD Memória da Capoeira, com a participação de Mestre Ananias, Mestre Primo e Cenorinha.

Depois que o espaço Tesão foi fechado, após 10 anos de atividades ininterruptas, Rui Takeguma inicia, em maio de 2004, uma OFICINA GRATUITA DE CAPOEIRA ANGOLA, no Espaço Cultural Tendal da Lapa, onde o grupo se mantem até hoje.

 somaievirtual-capu@yahoo.com.br

http://ie.cal.vila.bol.com.br

19h34

Dança do Ventre - o resgate do feminino

A redescoberta do prazer e da arte de ser mulher através dos movimentos da dança do ventre. Estudio Açaloê – ritmos sagrados.

Tel:6864 5517

20h04

Luciano Sallun (cítara)

Fusões de instrumentos étnicos tradicionais e música eletrônica são as grandes áreas de pesquisa do músico paulista Luciano Sallun. Seu principal objetivo é explorar formas experimentais de execução de instrumentos de diversas culturas e épocas. Com a ajuda de fontes digitais multi-efeitos, Sallun desconstrói os timbres, melodias e estilística originais de instrumentos orientais para compor música brasileira, como faz com a cítara Indiana e o alaúde árabe.

Os instrumentos de grande dedicação de Sallun são a cítara indiana, o alaúde árabe, o samissen japonês e os construídos por ele mesmo nas oficinas de Fernando Sardo. Ele também produz os beats e efeitos eletrônicos das faixas do álbum de Pedra Branca, e sua concepção artística. 

lsallun@terra.com.br

www.pedrabranca.mus.br

20h34

DJ Lucas Magalhães

Lucas Magalhães é DJ de reggae-dub desde 1993. Em 1998, quando passou a pesquisar música brasileira, começou a discotecar com MPB. Formou-se em História em 2003. Já trabalhou com arquivística e rádio. Atualmente está montando seu primeiro documentário, um curta-metragem sobre um músico carioca.  

Xandra Stefanel - vídeo-documentário "Mulheres da terra – da lona ao concreto"

A jornalista, locutora e fotógrafa amadora Xandra Stefanel atualmente é pós-graduanda no curso de Sociologia e Política (Globalização e Cultura) da Escola Pós-Graduada de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Produzido em 2003, o vídeo-documentário Mulheres da terra – da lona ao concreto, traz à tona um tema atual, com uma abordagem diferenciada do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Retratando especificamente a vida das mulheres ligadas ao MST, o vídeo-documentário apresenta de maneira poética e delicada a vida e força das mulheres que lutam pela terra, do cotidiano de suas responsabilidades como mães, esposas e donas de casa, até a atuante participação nas decisões políticas e organizacionais do Movimento Sem Terra.

FICHA TÉCNICA

Produção, Direção e Edição: Xandra Stefanel, Liliana Batista e Mariana Puga

Trilha Sonora: Assentamento (Chico Buarque) – interpretada por Caroline Ladeira, Marcelo Falleiros e João Mendes

Gênero: vídeo-documentário

Duração: 18’50’’

Realização: Centro de Recursos Audiovisuais da Puc-Campinas

E-mail: mulheresdaterra@yahoo.com.br
21h34

BATACUNTU

Grupo de percussão que utiliza instrumentos usados, tradicionalmente, no maracatu de baque virado para criar os mais diversos ritmos. Com movimentações cênicas ao longo das músicas, sua apresentação deixa de ser apenas musical e passa a ser também performática!
Hoje, o grupo é composto por Ana Beltrão, Bruno Toledo, Clarice Catunda, Heudes Regis, Luciana Ponce e Rita Monte.

batacuntu@uol.com.br
, heudesregis66@hotmail.com, HRegis@abril.com.br

http://batacuntu.fotoblog.uol.com.br/

22h04

Forró Gandaiera

Misturando ao autêntico forró pé-de-serra um pouco de MPB e Reggae, surgiu o Forró Gandaiera. A banda compõe suas próprias músicas e letras e interpreta músicas de diversos artistas consagrados, como Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Trio Virgulino e Jackson do Pandeiro.

O Gandaiera atualmente apresenta-se em diversas casas de Forró “Pé-de-Serra” do circuito do ABC, e tem planos de, a curto prazo, com o lançamento de seu CD Demonstrativo, apresentar-se nas grandes casas do Circuito Paulistano e do interior paulista. Gandaiera é Humildade, Paz, União, Amizade e, principalmente, fé em Deus.

22h34

Clown

23h04

Gustavo Araújo - flautista

Gustavo Araújo estuda flauta transversal no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (a ex-ULM) desde 2002. Participou este ano como músico convidado da peça infantil "AVOAR", escrita e dirigida por Wladimir Capella. O flautista interpretará, de Johan Sebastian Bach, a Sonata em C Maior BWV1033: Andante Allegro Adagio Menuet I e II.

gustavoaraujo13@hotmail.com

22h34

Áudio Visuais

Onde mais existe a possibilidade de se assistir a 10 audiovisuais com linguagens próprias e trabalhos autorais de fotógrafos consagrados na grande imprensa e de jovens talentos? No Sarau Iê, entre uma atividade e outra, haverá projeções de audiovisuais de profissionais como Vidal Cavalcante (O Estado de S. Paulo) e André Porto (Folha e Agora e S. Paulo). Para quem fica até o final, uma sessão de audiovisual especial.

Fotógrafos:

Agnaldo Rocha, André Porto, Alex Ribeiro, Brígida Rodrigues, Gilberto Marques, Gustavo Machado, Rui Takeguma, Thais Antunes e  Vidal Cavalcante.

PROGRAMAÇÃO OFICIAL DOS AUDIOVISUAIS

        18h25: Agnaldo Rocha - Retratos Musicais

        18h55: André Porto - Pastoral da Criança

        19h25: Andrea Felizolla - Itália

        19h55: Alex Ribeiro - Afeganistão

        20h25: Brígida Rodrigues - O Último Filme

        20h34 às 21h34: intervalo

        21h55: Gilberto Marques - Carnaval

        22h25: Gustavo Machado - Dança

        22h55: Rui Takeguma - Ibitipoca e Lençóis

        23h25: Thais Antunes - Luto

        23h55: SESSÃO ESPECIAL DE ENCERRAMENTO COM FOTOS FEITAS NO SARAU IÊ

INFORMAÇÕES SOBRE OS FOTÓGRAFOS

Alex Ribeiro - com mais de quinze anos clicando, o repórter fotográfico Alex Ribeiro tem um trabalho voltado para o social. Trabalhou para o Grupo Folha de S. Paulo, no jornal Agora S. Paulo, onde exerceu o cargo de editor de fotografia de 1998 até 2002. Foi um dos poucos fotógrafos brasileiros a captar flagrantes para o extinto jornal Notícias Populares e também a registrar o antes e pós invasão americana no Afeganistão, trabalho que vai apresentar no Sarau Iê.

Agnaldo Rocha - há quase uma década vem fotografando música. As fotos de Agnaldo Rocha trazem um olhar cheio de sentimento e respeito pelo artista. A passagem de som, o show, fotos que documentam alguns músicos que, em sua maioria, estão fora do circuito da indústria cultural. Artistas independentes que, como o próprio fotógrafo, estão resistindo para sobreviver profissionalmente. Para ele, a fotografia começa a ser feita sem a câmera, primeiro com os olhos, e com o coração.

André Porto - desde 2002 é fotógrafo do Agora S. Paulo. O ensaio que será exibido é um trabalho paralelo ao jornal. Trata-se do registro do trabalho da Pastoral da Criança, que visa reduzir os índices de mortalidade infantil no País, nos anos de 2003 e 2004, no Parque Peruche, zona norte de São Paulo e em Santana do Parnaíba, interior do Estado de São Paulo.


Andrea Felizolla - Fotógrafa desde 1999, começou como estagiária no jornal A Gazeta Esportiva, quando ainda fazia faculdade de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Durante quatro anos, especializou-se em esportes, principalmente no futebol, com coberturas de grandes campeonatos, finais e também da seleção brasileira. Trabalhou no Agora S. Paulo, do Grupo Folha, e atualmente é free lancer do Diário de S. Paulo. Teve fotos publicadas em todos os grandes jornais do estado e em alguns sites estrangeiros. Fez trabalhos para o Greenpeace, Prefeitura de São Paulo,
Sptrans, prefeitura de Embú das Artes, Fiesp, BR Imagens, Suplementos de
educação da Folha de S. Paulo e algumas revistas especializadas. Atualmente
desenvolve projetos pessoais paralelamente a trabalhos jornalísticos.

O audiovisual "Itália" foi feito com fotografias tiradas durante uma viagem de um mês na qual Andrea Felizolla percorreu várias cidades. O conteúdo mostra desde pequenas e desconhecidas cidades medievais (chamadas de "paese" pelos italianos), até as mais famosas e históricas. Fazem parte dessa exposição algumas cidades da Úmbria, como Assis (cidade histórica onde viveu São Francisco de Assis), Spello e Gubbio; cidades da Toscana como Arezzo, Siena e a belíssima Florença, além das clássicas Veneza, Vaticano e Roma. A música escolhida para harmonizar a obra foi um allegro das Quatro Estações do veneziano Vivaldi.

Brígida Rodrigues - é fotógrafa desde 1996. Já trabalhou como educadora e comissária de vôo antes de se graduar em jornalismo pela Faculdade Cásper
Líbero. Atualmente desenvolve projetos especiais com o apoio do banco de
imagens e agência de notícias BR <http://www.brimagens.com.br> Imagens ( <http://www.brimagens.com.br/>www.brimagens.com.br <http://www.brimagens.com.br>). Aos domingos, na ALLTV, apresenta o Click, o primeiro programa semanal dedicado à fotografia no Brasil. Desde 2004, ano em que realizou com mais duas jornalistas o documentário Parteiras de São Paulo: As missionárias da Vida, trabalha também com o tema maternidade. Em 2003, ganhou o prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, concedido pela Associação do Orgulho GLBT, pelo trabalho editorial no jornal-laboratório Esquinas de S.P. Um ano depois recebeu menção honrosa do Expocom pelo ensaio O que é Bexiga na Bela Vista, um trabalho autoral que mostra aspectos do cotidiano do bairro paulistano. Já expôs suas fotografias individualmente no Memorial da América Latina, em São Paulo, e em Roterdã, na Holanda.

O Último Filme é o título do audiovisual de Brígida Rodrigues. Ela fez uma seleção de imagens que representam um certo saudosismo provocado pela substituição da fotografia convencional pela digital. Para Brígida, a fotoquímica não vai acabar, assim como não aconteceu com o rádio e as parlendas infantis. Trabalhar com a constatação óbvia de que levamos para o futuro, transformadas e recriadas, as últimas novidades (que, na verdade, são sempre as mais recentes) é a proposta da fotógrafa. Esse foi o caso, em 2002, quando o Dragão da Independência, uma antiga tradição brasileira, quebrou o protocolo no momento em que seu cavalo refugou na festa da posse do presidente Lula. A última foto sempre está por ser feita.

Gilberto Marques - natural de São José dos Campos (SP), iniciou como repórter fotográfico no Jornal Valeparaibano em 1989 (89-93), tendo depois trabalhado na Folha Vale (Folha de S. Paulo, 1994), Diário do Grande ABC (94-98), Notícias Populares, Diário Popular, Lance!, Gazeta Esportiva, Agora, entre outros. Atualmente atua como free lancer. O material fotográfico de Gilberto Marques, especialmente editado para o Sarau Iê, apresenta o carnaval de São Paulo deste ano, focando vários personagens que participam do espetáculo.

Gustavo Machado - fotógrafo desde 1997, quando ganhou seu primeiro equipamento, Gustavo vem então fotografando tudo o que passa por seus olhos, sem distinção entre o excêntrico e o ordinário. Começou a trabalhar com fotografia fazendo assistência para os fotógrafos José Amaral e Omar Paixão em 1999, ano em que teve o primeiro contato com estúdio fotográfico. Trabalhou também no jornal Gazeta de Santo Amaro, enquanto cursava o primeiro e único ano da faculdade de Jornalismo Cásper Libero. Deixou o curso para trabalhar como assistente dos fotógrafos Maurício Nahas, Luis Crispino e Miro. Atualmente é assistente e fotógrafo free-lancer, desenvolvendo um trabalho com companhias de teatro e dança, cujo resultado está, em parte, neste audiovisual que será apresentado no Sarau iê.

Thais Antunes - é fotógrafa, formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero em 2004. Atualmente fotografa para Revista Época, além de atuar como freelancer e
desenvolver projetos pessoais.

O audio visual que será apresentado no Sarau Iê é parte de um trabalho desenvolvido
durante o ano passado. Trata-se de um projeto que mostra as expressões e os
sentimentos das pessoas diante da morte. O trabalho abrange as religiões,
culturas e costumes dos povos de São Paulo focado no tema LUTO.

Rui Takeguma - Nasceu em Curitiba, em 1969, e estudou 5 anos de Arquitetura e Urbanismo na UFPR. Fotógrafo desde 1985, quando começou a estudar arquitetura, recebeu Menção Honrosa no Curitiba Arte 4, e no Concurso Internacional de Fotografia da Nikon – Japão (91/92). Seu trabalho recebeu o primeiro lugar no 1º Prêmio Walter Firmo de Fotografia. De 1990 a 1993, Rui Takeguma fez formação em Somaterapia com Roberto Freire, em vários Estados. Em 1991, junto com Freire e outros somaterapeutas, foi um dos criadores do Coletivo Anarquista Brancaleone, atuando na cultura brasileira através da produção de eventos culturais, edição de revistas e livros, demonstrações em congressos científicos e universidades. Nessa época, coordenou, junto com Roberto Freire e o Coletivo Brancaleone, cursos de Pedagogia Libertária, em SP, RJ e MG.

Atualmente é professor do Iê (Grupo Anarquista de Capoeira Angola São Paulo), trabalho que iniciou há 12 anos, quando começou a treinar e pesquisar os efeitos terapêuticos e pedagógicos da Capoeira Angola na Somaterapia. Em 2002, depois de afastar-se do Brancalenone, iniciou uma fase de produção e pesquisa na soma, optando por um vôo solo e nomeando seu trabalho de SOMAIÊ. Em Maio de 2003, transforma a técnica psicológica em uma experiência multidisciplinar. Nasce a SOMAIÊ .

Mantém na internet o projeto/site UMA FOTO POR DIA, onde, atualmente, disponibiliza 800 fotografias suas: Http://umafotopordia.vila.bol.com.br

Vidal Cavalcante - filho e neto de fotógrafos, começou a fotografar quando
ainda era criança no Studio Belas Artes, em Sobral (CE), que pertencia a seu
avô. Iniciou a carreira de repórter-fotográfico no Diário do Nordeste, de
Fortaleza, em 1981. Também trabalhou no jornal O Povo, ainda no Ceará, antes
de fazer parte, quatro anos mais tarde, da equipe de fotógrafos da Folha de
S. Paulo
, com a qual criou uma nova linguagem na fotografia esportiva
brasileira. Em 1990, foi convidado para fazer parte da equipe Agência
Estado
, empresa onde trabalha até hoje. Paralelamente, edita o conteúdo da BR Imagens (
www.brimagens.com.br <http://www.brimagens.com.br/>).


Entre seus prêmios estão Luciano Carneiro de Jornalismo (1982), dois Nikon
Internacional
(1985 e 1990), e o Prêmio Estado de Jornalismo (2002).
Participou de várias exposições coletivas e individuais, como Jacaré Tomando
Sol
, Jericoaquara, Romaria, O Haiti e Aqui e Por ti, América. Seu trabalho
também pode ser visto nos livros Brasil Bom de Bola, Caminho das Pedras, Sem
Medo de Ser Feliz
, Operação Rio, Rastros de Liberdade, e Berros, entre
outros.



Outras informações e programação oficial nos sites:

http://www.brimagens.com.br/fotos_detalhe.php?foto_id=4259&categoria_id=7&categoria=MAT%C9RIAS+ESPECIAIS&dia=&brimagens=&offset=0#foco <http://www.brimagens.com.br/fotos_detalhe.php?foto_id=4259&categoria_id=7&categoria=MAT%C9RIAS+ESPECIAIS&dia=&brimagens=&offset=0>

http://somaie.vila.bol.com.br/sarauie.html

e participe de nossa comunidade no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2405176

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